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Programa Oficinas Culturais abre inscrições para workshop de dança
11/10/2018 | 16h50
Programa Oficinas Culturais abre inscrições para workshop de dança

O Programa Oficinas Culturais abre inscrições nesta segunda-feira (15) para o workshop de dança “Processo de Criação”, oferecido pela T. F. Style Cia de Dança e ministrado por Igor Gasparini. A realização é da Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria de Cultura, e Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

A pesquisa da T. F. Style Cia de Dança busca um pensamento contemporâneo sobre o hip-hop, com o intuito de refletir sobre matrizes, bases, técnicas, códigos e autoria. A reflexão acontece tanto em conversas e debates, como também na prática, por meio de laboratórios, criações e improvisações que tem seus disparadores diversificados pelos orientadores. O objetivo é realizar propostas que fizeram parte dos processos de criação da instalação coreográfica Carne Urbana.

O workshop acontece no dia 27, às 16h, no Palacete Levy, para interessados em dança e trabalho corporal, com vivência anterior, a partir dos 14 anos. As inscrições vão até 23 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, na Escola Municipal de Cultura e Artes “Maestro Mário Tintori”, localizada na rua Boa Morte, 471 – Centro. As inscrições, que garantem a vaga, são por ordem de chegada. Mais informações pelo telefone 3441-5493.

ESPETÁCULO

A companhia apresenta ainda o espetáculo “Carne Urbana”, também no dia 27, às 20h, no Palacete Levy, também via Programa Oficinas Culturais. A entrada é gratuita e a classificação é de 14 anos.

Confira a sinopse do espetáculo: O limite da carne em um tecido rasgado por relações urbanas. É chegar às vísceras. Encarnar. Para além da pele, chegamos à carne, que gera movimento e torna vivo o urbano. Um fluxo incessante de trocas entre corpo e cidade. Um corpo guiado pelas aparências, pela imagem, pela busca da longevidade. Um corpo que nega a morte e torna-se escravo da sobrevivência. É preciso perder, deixar morrer, perceber o corpo que definha, engasga, emperra, interrompe, apodrece. E seguir, mesmo com a distopia de um lugar que revela gestos que quase desistem, que abandonam. O trabalho busca refletir sobre a fisicalidade dos corpos urbanos e as transformações do corpo, revelando percepções ora silenciadas internamente, ora escancaradas no bando, e que emanam nesta exposição de carnes.

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