Escola “Maria Madelena” celebra 15 anos de aulas de aerozumba à comunidade

CIDADANIA

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Escola “Maria Madelena” celebra 15 anos de aulas de aerozumba à comunidade

A noite de segunda-feira (14) foi de festa na Escola Municipal “Professora Maria Madalena Vasconcelos da Silva”, no Jardim Santina I. Aulas de aerozumba oferecidas à comunidade hoje em espaço da escola completaram 15 anos – nos cinco primeiros anos, as aulas eram realizadas no “Gigantão”, no bairro Cecap – e fazem parte do Projeto “Escola Cidadã”, da Secretaria Municipal da Educação.

As aulas são oferecidas de forma voluntária pelo professor de Educação Física, Brás Nascimento. Elas acontecem às segundas, quartas e quintas, às 19h. No evento de segunda-feira, participaram 54 mulheres de várias faixas etárias. “Abrimos a escola para a comunidade poder participar dessa e de outras atividades”, relata a diretora da unidade de ensino, Carla Kalid dos Santos Fernandes. “Entre participantes, estão filhas, mães e avós”, cita.

A “Maria Madelena” é um belo exemplo na rede municipal de ensino de escola que se volta à comunidade, aplicando um conceito denominado de pertencimento. No período noturno, também às quartas-feiras, logo após a aula de aerozumba, ocorre flashback, das 20h às 21h30. 

 

PARTICIPAÇÃO

No final de semana, as atividades também são frequentes. Aos sábados, a escola é aberta para aulas de futebol às 8h e às 10h, para capoeira. De forma paralela, às 9h, uma mãe voluntária da comunidade oferece aulas de crochê. Já no período da tarde, às 14h acontece oficina de bijuteria, ministrada por uma funcionária da escola. Finalmente, nos domingos, ocorrem no período da manhã atividades do Clube dos Desbravadores, que desenvolve o escotismo.

A escola “Maria Madalena” tem 630 alunos de Educação Infantil e Ensino Fundamental 1. Para a diretora Carla Kalid, a abertura da unidade de ensino à comunidade é relevante. “As pessoas acabam cuidando da escola. A ocupação das famílias reduzem, por exemplo, ações de invasão e de depredação”. Quando esses problemas ocorrem, a comunidade participa, como em ocorrências com furto de fios. “O espírito comunitário acaba envolvendo vizinhos no sentido de se buscar coibir esse tipo de situação”, conclui. 

 

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